
O verão escreve-se à mão.
Nos anos em que as revistas chegavam com cheiro a tinta, o verão começava sempre numa fotografia: alguém de costas para a câmara, o mar a fazer o resto. Esta edição volta a esse lugar.
Malhas brancas sobre pele salgada, toalhas em turbante, rosé às cinco da tarde.
Os fatos de banho desta coleção foram desenhados para durar mais do que uma estação — como as fotografias que se guardam numa caixa de sapatos. O sal fica; a pressa não.


























